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Rodoviários paralisam das 9h ao meio-dia contra Reforma da Previdência e do Trabalho

- Por: Redacao Portal Guia Mais - - 31 de março de 2017 | - 08:26 - - Home » Capital - - Sem Comentários

Crédito: Alagoas24horas/Arquivo

Está prevista para esta manhã de sexta-feira (31) uma grande mobilização no Centro de Maceió contra a proposta da Reforma da Previdência e do Trabalho, do governo Temer (PMDB). Entre as categorias que devem aderir ao protesto está a dos rodoviários que devem suspender atividades de 9h ao meio-dia.

Os coletivos devem se concentrar na Praça Centenário, no bairro do Farol, onde devem marchar com o restante dos manifestantes. Com isso, o transporte urbano público terá seu serviço suspenso por pelo menos três horas.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), pelo Sindicato dos Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro/AL).

Sindijus/AL
Quem também confirmou adesão à paralisação foi o Sindicato dos Servidores do Judicário Federal em Alagoas (Sindijus/AL). O sindicato emitiu nota à imprensa informando da concentração a partir das 8h30 na Praça Deodoro, no Centro da capital alagoana.

Leia nota na íntegra:

O Sindicato dos Servidores do Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) está convocando os servidores do Judiciário Federal e do MPU para participarem do grande ato público do Fórum Alagoano em Defesa da Previdência Pública e contra a Reforma Trabalhista nesta sexta-feira (31), com concentração na Praça Deodoro às 8h30, seguindo em caminhada até o prédio-sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para realização do ato público em “Defesa da Justiça do Trabalho”.

A manifestação faz parte do Dia de Luta Nacional contra as reformas da Previdência e Trabalhista, contra terceirização e contra a extinção da Justiça do Trabalho, que os sindicatos, as centrais sindicais, como a CSP-Conlutas, e movimentos sociais e estudantis constroem em todo o país. As centrais sindicais já deliberaram por greve geral para o dia 28 de abril em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista e a terceirização do governo Temer.

O coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão, destaca que sob o pretexto da crise econômica, o governo e os empresários declararam oficialmente guerra à classe trabalhadora, atacando os direitos através das reformas previdenciária, trabalhista e do projeto de terceirização, aprovado recentemente na Câmara dos Deputados. “Sem pudor e dirigida a toda a classe trabalhadora, os empresários e os banqueiros querem manter e aumentar seus lucros. É necessária uma reação urgente dos trabalhadores para impedir a destruição de todos os direitos”, alerta.

Em defesa da Justiça do Trabalho
Entidades da magistratura, advogados, entidade sindicais vão realizar o ato público em “Defesa da Justiça do Trabalho” que simboliza a defesa dos direitos trabalhistas e da Justiça do Trabalho e contra a PEC 287/2016 da reforma da Previdência que impede e acaba com a Seguridade Social, bem como contra o PL 6.787/2016 da reforma Trabalhista que permite que o negociado prevaleça sobre o legislado, o que destruirá a legislação trabalhista. E contra a terceirização, como o PL 4302/1998, aprovado no Congresso Nacional, que permite a terceirização de todas as atividades das empresas públicas e privadas sem restrição. Esse PL também dificulta que o trabalhador recorra à Justiça, pois a proposta prevê a responsabilidade subsidiária e garante que as empresas contratantes não se respondam pelas dívidas da terceirizada. Outro projeto que ameaça os direitos dos trabalhadores é o PLC 30 no Senado (aprovado em 2015 na Câmara como PL 4.330) que também prevê o negociado sobre o legislado.

Estão apoiando e organizando o ato público em Defesa da Justiça do Trabalho o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL), a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 19ª Região (Amatra XIX), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), o Sindjus-AL, a Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat), a Delegacia Sindical dos Auditores Fiscais do Trabalho em Alagoas, a Associação dos Advogados Trabalhistas de Alagoas (Aatal), o Sindicato dos Advogados e da Associação dos Servidores da Justiça do Trabalho (Asstra XIX), sindicatos, centrais sindicais, entre outros.

Por: Amanda Dantas/Alagoas24Horas

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